quarta-feira, 19 de outubro de 2016

21 Músicas para o Dia do Índio

O Dia do índio está chegando e com ele a preocupação de trabalhar o tema em sala de aula. Neste artigo veremos 21 Músicas para o Dia do Índio!


Tu Tu Tu Tupi

Hélio Ziskind

Tu Tu Tu Tu
Tu Tupi
Todo mundo tem
um pouco de índio
dentro de si
dentro de si
Todo mundo fala
língua de índio
Tupi Guarani
Tupi Guarani
E o velho cacique já dizia
tem coisas que a gente sabe
e não sabe que sabe
e ô e ô
O índio andou pelo Brasil
deu nome pra tudo que ele viu
Se o índio deu nome, tá dado!
Se o índio falou, tá falado!
Se o índio chacoalhou
tá chacoalhado!
e ô e ô
Chacoalha o chocalho
Chacoalha o chocalho
vamos chacoalhar
vamos chacoalhar
Chacoalha o chocalho
Chacoalha o chocalho
que índio vai falar:
Jabuticaba Caju Maracujá
Pipoca Mandioca Abacaxi
é tudo tupi
tupi guarani
Tamanduá Urubu Jaburu
Jararaca Jibóia
Tatu
Tu Tu Tu
é tudo tupi
tupi guarani
Arara Tucano Araponga Piranha
Perereca Sagüi Jabuti Jacaré
Jacaré Jacaré
quem sabe o que é que é?
- ...aquele que olha de lado...
é ou não é?
Se o índio falou tá falado
se o índio chacoalhou
tá chacoalhado
e ô e ô
Maranhão Maceió
Macapá Marajó
Paraná Paraíba
Pernambuco Piauí
Jundiaí Morumbi Curitiba Parati
É tudo tupi
Butantã Tremembé Tatuapé
Tatuapé Tatuapé
quem sabe o que é que é?
- ...caminho do Tatu...
Tu Tu Tu Tu
Todo mundo tem...

21 Músicas para o Dia do Índio!

Índio do Brasil

David Assayag

Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
"dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada brasil".

Índio criança

Turma da Mônica

Indiozinho vai crescer,
virar um índio valente.
Dentro dele vive sempre
o indiozinho inocente.
Criança índio, índio criança...
Não guarda mágoa, nem esperança.
Vive o presente, respira o ar,
se molha na água,
se seca ao sol lá na floresta
e se reúne com os outros índios
para a grande festa.
Criança índio, índio criança...
Felicidade é liberdade.
Solto ele canta, livre ele dança,
criança índio, índio criança.
Vendo no índio a transparência,
o homem branco tem consciência
que perdeu sua inocência.
Criança índio, índio criança...
Criança índio, índio criança...
Criança índio, índio criança...
Criança índio, índio criança...

A Mística Do Pajé

David Assayag

O tupinambá inalou paricá
No centro da selva
Invocou os prazeres com seu tamurá
Os deuses do rio, os seres do ar e os bichos rivais
E o grande pajé bebeu mururé
Encanta a aldeia, fiel curandeiro
Do chá de aguapé
Que dança o balé, na igarité, no igarapé
Dança pajé, dança pajé
Guerreiro pajé, curandeiro pajé
Celebra o luar, expulsa o anhangá
Avisa que o mal nunca vai afetar
O encontro tribal, encanto geral
Na busca da paz, na língua geral
Retoma o lugar, parece um altar
No centro da okara oferece um grande ritual
Pajé, pajé, pajé
Pai'ni pajé, pa'in pajé
Óóóóóó Pajé
Dança pajé ao som do inhã'bé
Todas as tribos reunidas na festa dabacuri
Mavutsinim bebeu mariri, tomou caxiri

Canto do Índio

Padre Zezinho

No centro da vida
No ventre da mata
No meio do verde
Debaixo do céu que era lua
Debaixo do sol que brilhava
Debaixo da lua índio vivia
Índio nascia, índio crescia
Índio vivia, índio corria
Índio dançava, índio plantava
Índio caçava, índio se amava
Índio lutava, índio morria
Índio vivia feliz
Não tinha muito, mas tinha tudo
Não cobiçava, não precisava
Não esbanjava, nunca roubava
Não enganava, não comerciava
Não devastava, não poluía
Índio sabia viver
No centro da vida
No ventre da mata
No meio do verde
Debaixo do céu que era a lua
Debaixo do sol que brilhava
Debaixo da lua índio vivia
Mas branco chegou falando
Que vem ajudar meu povo
Branco foi empurrando
Índio pra fora da terra
Branco ganhou a guerra
Branco tomou nossa terra


Brincar De Índio

Xuxa

Vamos brincar de índio
Mas sem mocinho pra me pegar...
Venha pra minha tribo
Eu sou cacique, você é meu par...
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Vem pintar a pele para a dança começar
Pego meu arco e flecha
Minha canoa e vou pescar
Vamos fazer fogueira
Comer do fruto que a terra dá
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Índio quer apito
Mas também sabe gritar
Índio não faz mais lutas
Índio não faz guerra
Índio já foi um dia
O dono dessa terra
Índio ficou sozinho
Índio querer carinho
Índio querer de volta a sua paz

Todo Dia Era Dia de Índio

Baby do Brasil

Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!

Cara de Índio

Djavan

Índio cara pálida,
cara de índio.
Índio cara pálida,
cara de índio.
Sua ação é válida, meu caro índio.
Sua ação é válida, válida ao índio.
Nessa terra tudo dá,
terra de índio.
Nessa terra tudo dá,
não para o índio.
Quando alguém puder plantar,
quem sabe índio.
Quando alguém puder plantar,
não é índio.
Índio quer se nomear,
nome de índio.
Índio quer se nomear,
duvido índio.
Isso pode demorar,
te cuida índio.
Isso pode demorar,
coisa de índio.
Índio sua pipoca,
tá pouca índio.
Índio quer pipoca,
te toca índio.
Se o índio se tocar,
touca de índio.
Se o índio toca,
não chove índio.
Se quer abrir a boca,
pra sorrir índio.
Se quer abrir a boca,
na toca índio.
A minha também tá pouca,
cota de índio.
Apesar da minha roupa,
também sou índio.

Índio Gente

Oriundos de Jáh

Índio Gente
Quando o Brasil ainda nem era Brasil
Talvez tivesse um nome, talvez não
Vivia aqui um ser moreninho, pintado
E que usava tanga
Se alimentava de peixes, comia sementes, bananas, raízes, mangas
Eram os donos das terras que hoje se chamam Brasil
Talvez tivessem nomes... Talvez não
Mas, hoje desde a "afundação" do índio
Que está tudo registrado é tudo cidadão
Como todo cidadão brasileiro, não só por que chegou primeiro
Terá alguma regalia
E ficará como idoso ou aposentado
Seu curumim como nosso menor será tratado
Veja quanto índio, gente!
_ Só se for num seriado da TV ou nas reservas não sei do quê
Quase nem se fala nem se vê
Veja quanto indigente!
Índio ou não índio, o povo brasileiro, como vai?
_ Vai índio... vai índio... vai índio...
Mas, hoje desde a "afundação" do índio
Que está tudo registrado é tudo cidadão
Como todo cidadão brasileiro, não só por que chegou primeiro
Terá alguma regalia
O cacique já velho é aposentado
O Pajé sem diploma será cassado
Seu curumim como nosso menor será tratado
Veja quanto índio, gente!
_ Só se for num seriado da TV ou nas reservas não sei do quê
Quase nem se fala nem se vê
Veja quanto indigente!
Índio ou não índio, o povo brasileiro, como vai?
_ Vai índio... vai índio... vai índio...

Índio

Banda Botando Fogo

O Guarani cadê você
O pataxó onde tu ta?
Sumiram da aldeia
E foram parar em outro lugar
Toda essa terra que por direito
É toda sua e algum sujeito
Persistiu em te roubar
O Guarani cadê você
O pataxó onde tu ta?
Vem cobrar o seus direitos
E lutar por seu habitat
Eu to aqui pra te mostrar
Eu to de índio mas onde é
Que o índio tá?

Índio E O Monte

Du Casco

De tanga e cocar eu fui por toré brigar
De tanga e cocar eu fui pro toré brigar
Mas seu Antonio não quer, me ver cantar, cantarolar
Mas seu Antonio não quer, me ver cantar...
Oh monte, aponte sua sombra sobre meu lugar
Oh monte, aponte sua sombra nova nau a navegar.
Na hora que a onça for a caça/ A mata vai chorar outras matanças
E o índio vai cantar com alegria o dia da mudança
Sorrir e cultivar sua aldeia sua herança

O Índio do Senhor

Cristina Mel

Uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh!
Uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh!
“Que festa linda! Todo mundo na Tribo de Jesus, hein!”
O índio está fazendo festa lá no meio da floresta
Acendeu uma fogueira e guardou o arco e flecha
Na oca, que era tão escura,
Podemos ver brilhar a luz
O coração que era sem dono
Tem um dono, agora é Jesus!
E batendo seu tambor, batendo seu tambor
O índio na tribo adora ao salvador
E batendo seu tambor, batendo seu tambor
O índio canta: “Jesus é o senhor!”
Ooh, oh, oh, oh, oh, oh.
O índio adora ao senhor!
Ooh, oh, oh, oh, oh, oh.
O índio adora ao salvador!
O índio quer pintar o rosto
E no cabelo fazer trança
Agora ele está feliz
Pois no coração tem esperança
Acendeu uma fogueira
E guardou o arco e flecha
O índio está fazendo a festa
Lá no meio da floresta
Uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh...

Louvai Ao Índio

Raulnei

Louvai ao índio,
Índios, louvai, louvai
Habitantes da nossa terra mãe
Nossa família mãe
Antepassados da nossa geração
Índios sem proteção
Não têm inveja ou preconceito, incapazes do mal
É mais do que perfeito, liberdade racional
Praticam sua cultura, suas crenças, seu valor
Têm sempre a melhor cura para os males, para a dor
Louvai ao índio,
Índios, louvai, louvai
Raça unida, porém alma ferida
Só lutam pela vida
Nação indígena e civilização
Não têm compreensão
Na mata ouvem-se os tambores da aldeia ao pantanal
Índios em pé de guerra celebrando um ritual
Lutar contra a ignorância pra poder sobreviver
É a predominância matar ou morrer
Louvai ao índio,
Índios, louvai, louvai

Índio Tupy

Cacique e Pajé

Lá em Mato Grosso eu nasci na margem do rio Vermelho
Vivo no meio dos Caiapós e dos Guaranis
Deixei minha tribo e vim pra cidade viver no asfalto
Mas bate no peito e grito bem alto
Sou bem brasileiro, índio Tupy.
Correndo nos campos caçando e pescando assim eu cresci
O grande progresso me obrigou um dia eu viver aqui
Mas quando eu canto minha voz transmite o cheiro da mata
Montanha rochosa, riacho e cascata
Sou bem brasileiro, índio Tupy.
Já faz tanto tempo, quase nem me lembro que ficou pra trás
Ranchinho de palha, os anos passaram, mas não te esqueci;
Por isso que eu canto e levo pros ares tudo de mais belo
Eu tenho o sabor do verde amarelo
Sou bem brasileiro, índio Tupy.

Índios do Brasil

Cacique e Pajé

Quem pergunta de onde eu vim a reposta vai na hora certa
É um direito de quem quer saber quando a curiosidade desperta
Minha gente viveu neste terra bem antes de ser descoberta
Na verdade ninguém descobriu esta terra nunca foi deserta
Acabou nossa tranqüilidade desde que atracou o navio
Com ganância e devastação que a nossa riqueza sumiu
Muita gente explorando tudo, mas pra nós isto nada serviu
Muitas tribos desapareceram, os culpados ninguém descobriu.
Alimento era caça e pesca, mas a felicidade existia
Essa gente só trouxe problema, veio doença e epidemia
Atacando adulto e criança nossa gente desaparecia
Antes desses acontecimentos da velhice é que a gente morria.
Alguns dizem que foi descoberta, outros dizem que foi invasão
Nosso ouro e madeira de lei lá se foram com a exportação
Mas o homem que enriqueceu para o índio não deu atenção

Deixa o Índio Em Paz

Cacique e Pajé

Quando o índio deixa a reserva
Sai a procura de proteção
Ele espera na cidade grande
Ver um bom amigo, ver um irmão.
Sendo ativo ele vem na frente
E ensina lá no sertão
Coisas boa na escola da aldeia
Com sabedoria em cada lição.
Aqui Deus é o supremo
Na aldeia o índio fala Tupã
Assim mamãezinha linda
O bom filho chama chimi-porã
Tem uns vicio que se considera
Civilizado sendo capaz
Praticando na terra do índio
Muita coisa errada que índio não faz
Nesta hora fazendo uma prece
A força divina vence o satanás
É uma ordem de amor e bondade
Façam caridade deixa o índio em paz.

Índio

Farofa Carioca



Há 500 anos eram 5 milhões de índios felizes no Brasil
Cada um em sua oca ,cada oca em sua taba, cada taba em sua mata
Cada rio, cada peixe, cada bicho, bicho!
Um por todos, todo mundo nu!
Cada um na sua (viviam todos muito bem)
Cada um na sua (ninguém falava mal de ninguém)
Cada um na sua (todo mundo nu!)
Cada um na sua (tudo bem)
Boto, tamanduá, cocar, sucuri, cucu
Jacarandá, anta, cajá, curumim, arara
Jaguatirica, mandioca, de boi, jacaré, vitória régia (Tim Maia!)
Cada um na sua (sem roupa)
Cada um na sua (sem falcatrua)
Cada um na sua (ninguém passava a mão na bunda de ninguém)
Cada um na sua (pode crer)
Hoje são 250 mil, mataram milhões de tristeza e solidão
Na bala, no chicote, na humilhação
Índio foi queimado vivo quando dormiu
Índio comeu peixe poluído do rio
Índio quer saber se chega ao ano dois mil
Índio veio morar numa favela do rio
Caiapó, Tupi, Xingu
Guarani, Txucarramã
Acolhei a Tupã
Pataxó
"dedicamos essa música ao índio Pataxó Galdino, que morreu pelas mãos de uns meninos mimados do Distrito Federal. Só deus sabe o motivo pelo qual eles não foram condenados!"
Cada um na sua (eles não foram condenados)
Cada um na sua (ninguém tocou no assunto)
Cada um na sua (no final ficou todo mundo nu)


OS INDIOZINHOS

1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou
1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Mas não virou

NA TRIBO ELES VIVEM - PATATI PATATÁ
Na tribo eles vivem comendo raiz
Caçando e pescando, guerreando feliz
A oca é a morada, cacique é o guerreiro
A taba é a aldeia, pajé o feiticeiro
Deus é Tupã, a lua é Jaci
A língua que eles falam é Tupi-Guarani!



 
CURUMIM IÊ IÊ

Robertinho De Recife

Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, nasci num dia
Que a chuva caía, e nas nuvens do céu
Pintou o meu nome, com todas as cores
Oh! maravilha
Da mata o verde, azul do mar
Rosa das flores
Amarelo ouro, vermelho maçâ
Íris no céu, lilás dos sonhos
Haverá sempre um arco íris maravilha
refrão:
Tuiuiu iu iu
Sou curumim iê iê
Tuiuiu iu iu
Sou curumã arauê
Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, meus cabelos negros
A noite tingiu, serviu como espelho
As águas do rio, eu falo com o vento
E com os animais, eu nado com os peixes
Nós somos iguais
Oh! maravilha
refrão...


TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO

Tim Maia e Jorge Ben Jor

Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá
Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey!
Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumim, cunhatã
Cunhatã, curumim
Antes que os homens aqui pisassem
Nas ricas e férteis terraes brazilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as femeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora
Pois na sua história, o índio
É o exemplo mais puro
Mais perfeito, mais belo
Junto da harmonia da fraternidade
E da alegria,
Da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Hey! Hey! Hey!
Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim
Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim

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